Homeopáticos - Sintomas de A a Z
Medicamentos Homeopáticos - Sintomas de A a Z
Dr. Eduardo Egisto - 3ª Edição - São Paulo - 2016
Capítulo I – Resenhas Homeopáticas
Resenhas Homeopáticas ........................................ 12
Eliete M. M. Fagundes ........................................... 13
J. Flávio Campos ..................................................... 27
Kaê Lopes ................................................................ 29
Marta Hubert ..................................................... ..... 32
Mônica C. Schwarzwald ......................................... 38
Virgínia G. B. Stefanichen ...................................... 49
Capítulo II – Trios e Preventivos
Trios Homeopáticos ................................................ 52
Aedes aegypti ........................................................ 54
Capítulo III – Repertório Homeopático
Medicamentos Homeopáticos Sintomas de A a Z....... 63
Capítulo IV – Bibliografia Sugerida
Bibliografia .............................................................. 123
Esclarecimentos sobre Drenadores, Decimal e Centesimal
Alguns alunos pediram um esclarecimento sobre a ação dos remédios drenadores na CH e na Decimal.
Aproveito para fazer uma distinção pormenorizada entre estas 2 escalas de forma geral, pois os cuidados da escolha para um drenador em decimal são semelhantes para uma indicação de um simillimum normal, seja em decimal ou em CH. Posteriormente tratarei sobre a diferença da CH e LM baseado em bibliografias de Hahnemann e na 6ª Edição do Organon.
Muitos assuntos são abordados em sala de aula, mas nem sempre alcançam a clareza que esperamos para todos, pois o nosso Norte é a prática e esta somente será bem-feita se tivermos plena confiança e segurança nas informações, por isso enviando os princípios básicos, repetidos de forma escrita, fica bem mais fácil para reler e absorver melhor.
Estejam à vontade para consultar seu professor sobre outras dúvidas que surgirem relacionadas ao assunto.
Há várias formas, modelos ou técnicas na Ciência da Homeopatia para se encontrar a substância homeopática da pessoa:
1. Simillimum momentum ou simillimum patogeneticae: homeopatia que abarca naquele momento da vida da pessoa, o maior número possível de características com poder de fazer uma intervenção em todo o ser, abrangendo sintomas energéticos, mentais, emocionais e físicos. Patogenético porque são as patogenesias que herdamos e que na realidade são miasmas específicos daquele núcleo familiar, pois se transmite de geração para geração. Também se incluem aqui os remédios miasmáticos convencionais.
2. Simillimum acutalis, é da fase de agudização da doença, faz uma intervenção específica em glândulas, quando a pessoa já possui o exame laboratorial ou o diagnóstico médico informando que seu problema está na tireoide, nas mamas, na próstata, no útero, no baço, no fígado, no pâncreas, etc. Também quando possui a queixa em determinado órgão físico, exemplo: cabeça, coração, intestino, estômago, pulmão, bexiga, etc. Neste caso, indica-se a substância homeopática corresponde à glândula, órgão ou sistema e se inicia a pesquisa, a consulta minuciosa para averiguar a causa que originou aquele adoecimento.
Terapeutas Homeopatas com mais experiência, já a partir do tipo de adoecimento, da dor física, poderão pesquisar a origem do problema, a causa prima, que sempre vem acompanhada de um sintoma mental,
emocional ou energético, que pode ter ocorrido há muitos anos ou até mesmo, ter origem hereditária. Neste caso, pode-se indicar a homeopatia simillimum do caso agudo, que pode ser um drenador, etc, para a situação aguda e a outra que se aproxime do Simillimum momentum ou miasmática e um organoterápico ou nosódio específico, etc.
Desta forma, você poderá atendê-lo de imediato, harmonizando ou amenizando a queixa física, porém sempre buscando considerar a origem da materialização da doença.
3. Simillimum do genius epidemicus: é quando identificamos um conjunto de sintomas, que um grupo de
doentes apresentou de forma semelhante na manifestação de uma referida doença aguda coletiva,
uma epidemia, como dengue, ebola, etc. Após esta catalogação, pode-se identificar o remédio ou o conjunto
de remédios que mais se assemelham às manifestações gerais doença. Foi assim que Hahnemann comprovou o poder da homeopatia nas epidemias de cólera, escarlatina, etc.
À medida que a pessoa vai sendo tratada e harmonizada com a homeopatia, vão surgindo novos sintomas, características peculiares, memórias que estavam em outro nível do ser, mas que estavam aprisionados no inconsciente ou no DNA energético, e que gradativamente vão sendo dessomatizados e ressurgem características correspondentes a outros simillimum, pois somos seres espirituais e multidimensionais.
Desde o início do estudo dos drenadores foi esclarecido alguns pontos importantes, mas reforço que estes tópicos devem ficar bem frisados, para melhor aprendizagem:
1. Toda homeopatia é drenadora, tem ação centrifuga, expelindo as toxinas para fora do organismo, a limpa e reequilibra.
Por quê então chamar estes remédios específicos que estudamos na terceira etapa de drenadores
miasmáticos?
Porque são como todos os demais remédios simillimum, apenas não possuem extensa patogenesia
catalogada, por isso são considerados pequenos, mas quando seus estudos forem mais completos, também
serão grandes policrestos.
Como no seu estudo podemos sentir mais dificuldade em descobrir a similitude mental e emocional
por possuírem poucas características registradas, somos obrigados a nos atermos mais aos sintomas físicos
descritos.
2. Posso indicar, por exemplo, qualquer drenador miasmático nomeado para problemas dos rins, desde que
este sintoma esteja em sua matéria médica?
Não, sempre haverá alguma característica, uma peculiaridade, um pormenor na descrição do problema
que ajudará a discriminar, qual dentre os drenadores dos rins será o mais indicado àquela pessoa, desde que não haja nenhuma característica energética descrita que possa levar a identificação melhor como Simillimum
patogeneticae.
3 – Qual é a melhor escala homeopática para indicar os drenadores?
A - Se você identificou características mentais ou emocionais associadas ao problema físico, porque existem
rubricas listadas, então pode indicar na CH 5, isso porque é um simillium patogeneticae da pessoa. Inúmeros alunos identificam seu simillimum na 3ª e 4ª etapas.
B - Neste caso, onde nem mesmo no próprio problema físico existe uma similitude perfeita das características dos sintomas, mas apenas parcial, a decimal baixa é mais indicada, porque estará drenando de forma geral o órgão ou sistema e não afetará negativamente a integralidade do indivíduo, como ocorreria na CH ou em decimal mais alta.
Se for um drenador do sistema linfático, por exemplo, que tenha características gerais físicas, que são comuns a todos os remédios que abarcam esta mesma disfunção, então podemos optar pela decimal baixa. Seria a homeopatia a mais galênica possível, aquela que visa somente um sintoma físico aleatório, sem haver similitude em outros níveis. Podemos indicar a decimal por pouco tempo, sem subir vários graus de potência, como no caso de haver similitude perfeita no sintoma físico, que podemos subir várias dinamizações com melhora crescente.
C - Se você não identificou nenhuma característica mental ou emocional associada ao problema, porque não existia nenhuma rubrica, mas se houver similitude perfeita nos pormenores do problema físico, ele é Simillimum acutalis, embora não haja como conferir no mental e emocional, porque o remédio não possui estas rubricas energéticas.
Então, neste caso, iniciaremos na decimal baixa (respeitando a tabela de toxidade da ANVISA, que está no livro) e poderemos aumentar algumas dinamizações se percebermos que a melhora física é rápida e consistente, sem agravação ou muito pouca e poderemos perceber muitas melhoras significativas, inclusive no mental e emocional.
Não é aconselhável, neste caso, indicar inicialmente a CH5, porque já estará atuando muito mais profundamente no mental e emocional, já que não temos a matéria médica e existe risco de patogenesia imediata com ela se não tiver nenhuma similitude, se não for o melhor remédio escolhido. Porém se você, após avaliar o grau e a profundidade desta melhora, verificar que foi excelente, poderá passar para a escala centesimal se preferir, neste caso a CH5, mais energética e que será bem mais benéfica na continuidade do tratamento.
Se houver similitude perfeita em todos os aspectos do problema, significa também que existe um estado mental que corresponde, pois foi ele quem possibilitou a materialização física, embora não tenha sido catalogado nesta homeopatia.
E que mental é este? Peço-lhe que descreva com cuidado estes sintomas correspondentes e vamos iniciar
um trabalho de pesquisa e de complementação destas rubricas das matérias médicas destes remédios.
Quando vários homeopatas catalogarem as mesmas características energéticas associadas àquele problema,
naquele remédio, então poderemos considerar um tipo de comprovação patogenética.
Diferença da Atuação da Decimal para a Centesimal
Lembrando que uma diferença da atuação homeopática da escala decimal para a escala centesimal
é que a centesimal exige muito mais perfeição na repertorização e na escolha do remédio, pois já estará atuando em níveis energéticos superiores de forma muito mais rápida. Mas de forma alguma a melhor repertorização e a melhor tomada de caso devem ser negligenciadas se decidirmos indicar na decimal, a responsabilidade e ética é a mesma na escolha do simillimum na decimal, na centesimal e na LM, embora esta última exija uma acurácia muito maior, já que os danos podem ser muitíssimos maiores.
A forma de administração, ou seja, a posologia, pode ser a mesma em doenças agudas e crônicas na centesimal e decimal: bater o vidro antes da tomada para aumentar um pouco mais a potencia energetica, colocar as gotas em um gole de água, suspender se houver agravamento. Manter a atenção na real necessidade do aumento da dinamização para evitar patogenesia, para tanto devemos observar se houve a melhora completa dos sintomas pelos quais estava tomando o remedio, neste caso suspender, aconteça isto seja na 1ª dinamização iniciada ou na 3ª, 5ª, etc. Pois se continuar a tomada, depois de todas as melhoras alcançadas, começa a sobrecarregar a energia vital gerando patogenesia ou sintomas acessórios.
Por quê Shuessler determinou os sais dos tecidos em D6 e D12?
Porque comprovou na clínica que eles atuavam na reconstituição das células de forma específica, pontual, mas veja que existe a matéria médica destes sais com características mentais e emocionais bem características, que também são harmonizadas ao longo do tratamento com o sal. Isto comprovou que atuam pela similitude integral e não apenas do problema físico que aquele sal desarmonizado materializa, pois existe primeiro a disfunção energética, que posteriormente leva ao problema físico.
E é desta mesma forma que outras homeopatias agem nas dinamizações decimais, quanto mais similitude houver, mais age integralmente. Embora alguns afirmem que esta atuação seja exatamente somente no físico, comprovamos no dia a dia que isso não é real, porque sabemos que toda homeopatia que é decimal e que sua dinamização é liberada para consumo pela ANVISA, é porque não é mais tóxica, então ela possui atuação energética. Toda homeopatia é quântica, embora em menor grau que a CH e ainda mais que a LM, independentemente disso a decimal também já se desconectou da matéria bruta.
Sabemos que para uma célula funcionar corretamente depende exclusivamente de cruzamentos
de informações energéticas, bioquímicas e biofísicas, estamos interconectados com o universo e conosco mesmos.
Para sermos homeopatas conscientes devemos, em primeiro lugar, estar alertas para os pequenos detalhes de cada caso e termos a meta de sempre procurar o melhor para o doente, sem agredi-lo e sem negligenciar nossas responsabilidades éticas.
Um abraço Hahnemannianno. Nos encontramos em breve, se Deus quiser. Professora Eliete MM Fagundes.
I – Calcarea carbonica
Temperamento: Lifático
Planetas: Lua e Netuno
Este mineral é oriundo de um animal: trata-se do carbonato de cálcio extraído pela trituração da camada média da concha de ostras.
Similitudes e Sincronicidades: A ostra, assim como todos os moluscos e crustáceos que dispõem de um exoesqueleto, representa a necessidade canceriana (caranguejo) de proteção pelo uso de camadas ou carapaças para se resguardar contra ameaças externas ao seu interior mole e sensível. Estas camadas externas são análogas às camadas de gordura na obesidade mórbida, por exemplo, quando a pessoa não consegue lidar com sua própria sensibilidade frente às agressões externas, ou é muito insegura e carente de afeto.
A Lua – astro regente do signo de Câncer – no nosso mapa de nascimento representa nossas necessidades, o que precisamos para nos sentirmos seguros, plenos e confortáveis. Também indica nosso potencial emocional e o quanto somos, ou não, resistentes à agressividade e a ataques psíquicos. São as pessoas de temperamento linfático, ou seja, ultrassensíveis, tomadas por pressentimentos e carentes de proteção que tendem à passividade e à imobilidade chegando à apatia: a proeminência da Lua ou de Netuno no mapa de nascimento potencializa a sensibilidade, a vulnerabilidade emocional e psíquica podendo torná-las inseguras, lentas nas atitudes e decisões. Por isto é um medicamento voltado às instabilidades típicas do temperamento linfático – as defesas do organismo estarão vulneráveis quando o corpo emocional e mental é vulnerável a pressentimentos, medos e à angústia que ameaçam seu constante estado de precaução e prevenção. Em resumo, são indivíduos altamente vulneráveis às doenças psicossomáticas.
Indivíduos de constituição carbônica ou temperamento lifático devem ser analisados e astrodiagnosticados a partir de sua infância, principalmente mediante sua relação com a figura materna que também é representada pela localização e aspectos da Lua no seu mapa natal. Mitologicamente, a maternidade e a proteção são arquétipos relacionados à deusa Ceres ou Deméter – deusa grego-romana da fertilidade, maternidade e agricultura. Sua filha, Perséfone, foi raptada pelo deus dos infernos, Hades ou Plutão, arquétipo planetário correlacionado ao miasma do luetismo, que destruiu o paraíso da abundância e proteção de mãe e filha. Isto fez com que Ceres, em sua melancolia por causa das saudades que sentia, retirasseos nutrientes e a fertilidade dos campos condenando a Humanidade à fome. Após a intervenção de Hermes ou Mercúrio, deus racional e articulador, Perséfone divide seu amor e dedicação à mãe e ao marido Hades de forma equilibrada e salva a Humanidade que deve cultivar e produzir no período da primavera/verão quando Perséfone faz companhia à deusa-mãe; e se precaver com segurança para o período do outono/inverno, quando Perséfone volta às profundezas para ficar com o marido.
II - Calcarea phosphorica
Temperamentos: Sanguíneo, Bilioso e Nervoso.
Planetas: Sol, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano.
Trata-se de um sal abundante na Natureza, parte integrante dos tecidos e de todos os líquidos no nosso organismo, pois sua função está intimamente ligada à Vida: combina-se com a albumina (“essência da quintessência”) e participa da dinâmica da produção sanguínea pela medula óssea. Por isto é uma substância que provê estrutura e mobilidade.
Similitudes e Sincronicidades: O dinamismo do Phosphorus (a estrela matutina, Vênus, aquele que traz a luz) pode ser equiparado aos dos mitológicos Prometeu e Lúcifer.
Ambos tiveram a função de iluminar a Humanidade, seja através do fogo (Prometeu) ou pelo conhecimento do bem e do mal (Lúcifer), porém ambos tiveram seu castigo por compartilhar segredos reservados apenas aos deuses.
Prometeu foi condenado ao sofrimento eterno acorrentado a uma colina onde, todas as noites, recebia a visita de uma águia que devorava seu fígado, mas sua imortalidade tornava a reconstituir o órgão todos os dias.
Lúcifer foi despejado do céu e acabou sendo conhecido como o “anjo caído” por se equiparar ou, até mesmo, querer superar o divino.
As pessoas cujo biótipo é fosfórico são comumente longilíneas, altas como se tentassem alcançar o divino ou o paraíso perdido. São também sonhadoras e constantemente insatisfeitas em seu desequilíbrio, pois sentem que perderam algo, que está faltando alguma coisa, mas não conseguem racionalizar o que é.
A Luz ou o Conhecimento Supramental representam a mente consciente e a inteligência trazidas para a Humanidade pelos seres mitológicos rebeldes, mas criativos e representados pelo planeta da liberdade, fraternidade e igualdade – Urano. Entretanto, esta expansão mental acabou provocando um sintoma colateral: a dualidade, a contradição, enfim, as dúvidas.
Viver no mundo linfático-carbônico até então exigia apenas proteção e nutrição. O mundo mental acaba tornando-se escravo das dualidades e contradições, além de inúmeras torturas mentais decorrentes que dividiram nosso mundo entre o Bem X Mal; Ciência X Religião nos afastando cada vez mais de nossa essência espiritual. Este foi o castigo compartilhado por Prometeu e Lúcifer conosco, mas que nos estimula ao retorno à Unidade.
A fraqueza ou a vulnerabilidade dos tipos fosfóricos residem na dualidade provocada pelo excesso de racionalidade e, frente a qualquer reprovação ou contradição, eles tendem a reações extremas: ou se tornam agressivos, violentos no caso dos biliosos que têm ênfase nas posições do Sol e Marte no seu mapa natal; ou acabam se tornando vítimas da bipolaridade depressão/euforia como seria o caso dos temperamentos sanguíneos cujos exageros e excessos estão relacionados à localização e, principalmente, aspectos de seu Júpiter natal. O temperamento nervoso tende quase que totalmente à depressão em estado de desequilíbrio e excesso de racionalização até chegar ao embotamento mental ou deflagrar a demência senil, o que é bem identificável analisando-se aspectos e signos onde estão localizados os planetas Saturno e Mercúrio.
Outra característica dos fosfóricos extremamente racionais é a dificuldade nos relacionamentos amorosos, explicado também por Carl G. Jung em sua classificação bastante semelhante a de Hipócrates: segundo o psicólogo suíço, pessoas que tem versatilidade e predominância no uso da função Pensamento acabam enfrentando dificuldades no uso da função Sentimento. Vênus no mapa natal revela exatamente o potencial de expressão afetiva, de formas e possibilidades de relacionamento, da conexão com o “outro” e, dependendo do signo e de aspectos a este planeta, o indivíduo pode se magoar facilmente ou repetir padrões até decepcionar-se e isolar-se gradativamente.
Por isto que a Calcarea phosphorica, além de ser considerada “onipresente” na Natureza, serve como uma espécie de tônico especialmente para os tipos fosfóricos de temperamento nervoso. Entretanto, todos os fosfóricos tendem a necessitar deste precioso tônico, vez por outra pois, além de fisicamente crescerem com rapidez e na vertical, desgastam fácil e rapidamente sua energia vital, e querem voltar ao Paraíso ou à Unidade para resolver suas dualidades e conflitos internos fazendo as pazes com seus deuses internos. A Calcarea phosphorica está presente onde nós precisamos de estrutura e organização seja nas construções mentais para a formação de opiniões para sabermos lidar com as contradições e reprovações normais da vida, seja nas estruturas físicas como reestruturadora do sistema ósseo.
III - Calcarea fluorica
Temperamentos: Bilioso e Nervoso.
Planetas: Sol, Mercúrio, Marte, Saturno, Urano e Plutão.
Em estado natural, o “fluor spar” encontra-se em locais profundos da crosta terrestre, mas no nosso organismo localiza-se em superfícies como o esmalte dos dentes, o tecido fibroso e a epiderme.
Similitudes e Sincronicidades: Os extremos da localização da substância – profundezas ou superfícies – demonstram o desafio do indivíduo fluórico: adaptar a superficialidade das aparências e máscaras com a profundidade do inconsciente e da verdadeira personalidade. São pessoas que geralmente nascem com alguma peculiaridade física, algo diferente – Urano em evidência no mapa natal – que pode ser visto como desarmônico, assimétrico e, por causa destas peculiaridades, são celebrados com apelidos (cabeção, saracura, shrek etc). Eles precisam sair da submissão e servidão às aparências, aos padrões, valores transitórios, falsos protótipos vigentes e símbolos de sucesso e realização como beleza física, riqueza material, poder e status e partirem para o aprofundamento do seu potencial intelectual e intuitivo para conectarem-se com seu verdadeiro self quântico. Assim, eles se adaptam ao mundo, ao invés de enrijecerem fisica e mentalmente pelo temor, resistência e pessimismo – situações mal contempladas em casos de aspectos dificultosos entre Saturno-Sol; Saturno-Mercúrio; Saturno-Marte – que podem desencadear reações auto-destrutivas como aneurismas, nódulos ou tumores pela tentativa controle extremo, que não funciona por aspectos de Plutão, cujo arquétipo pessoal é muito mal compreendido e se transforma no destruidor ao invés do transformador e curador. O “olhar para dentro” faz dos fluóricos verdadeiros sábios práticos e experientes destinados ao sucesso e à realização mais coerente com seu potencial criativo, utilizando seu intelecto supramental.
Trios Homeopáticos
Os medicamentos Tri-asmáticos, Tridimensionais, Tri-una ou trios energéticos, são medicamentos usados para cessar um processo energético em andamento e restaurar a condição do indivíduo de forma basal, ou até mesmo anterior ao episódio.
A sugestão da potência homeopática recomendada para iniciar os medicamentos é sempre em baixas dinamizações, como o próprio criador da Homeopatia, Hahnemann nos ensinou.
Todo o processo deve ser executado conforme sua vibração. Se temos um processo físico instalado em progresso e queremos conter, frear esta energia, para que administrar uma potência 1000CH? Até onde sabemos, potências altas são ligadas a altas vibrações, demoram para chegar no plano físico. Uma febre poderia ser contida em horas com CH baixo, logo um CH alto, levaria semanas ou até meses.
Um lembrete para pessoas que não são terapeutas ou da área homeopática: Administrar sempre os trios medicamentosos, sob supervisão ou prescrição de um Homeopata habilitado.
Agitação, Trio da: Chamomilla + Rhus toxicodendron + Arsenicum album
Ansiedade, Trio da: Ignatia amara + Argentum nitricum + Arsenicum album
Antivirais, trio dos: Carbo vegetabilis + Arsenicum album + Muriatricum acidum
Azia, Trio da: Cina austriaca + Lycopodium clavatum + Carbo vegetabilis
Bexiga, Trio da: Cina austriaca + Lycopodium clavatum + Carbo vegetabilis
Caquéticos, Trio dos: Carbo vegetabilis + Arsenicum album + Muriatricum acidum
Depressão, trio da: Cina austriaca + Lycopodium clavatum + Carbo vegetabilis
Digestão, trio: Cina austriaca + Lycopodium clavatum + Carbo vegetabilis
Dor de cabeça Trio da: Cina austriaca + Lycopodium clavatum + Carbo vegetabilis
Enfermidades crônicas, Trio das: Carbo vegetabilis + Arsenicum album + Muriatricum acidum
Febre, Trio da: Atropa belladonna + Aconitum napelus + Bryonia alba
Fígado, Trio do: Cina austriaca + Lycopodium clavatum + Carbo vegetabilis
Flatulência, Trio da: Lycopodium clavatum + Thuya occidentalis + Nux moschata
Fraqueza, Trio da: Carbo vegetabilis + Arsenicum album + Muriatricum acidum
Loucura, Trio da: Atropa belladonna + Stramonium + Hyoscyaminum
Potência vital debilitada, Trio da: Carbo vegetabilis + Arsenicum album + Muriatricum acidum
Rins, Trio Energético dos: Cina austriaca + Lycopodium clavatum + Carbo vegetabilis
Sexual, Trio Energético: Cina austriaca + Lycopodium clavatum + Carbo vegetabilis
Verruga, Trio da: Thuya occidentalis + Nitricum acidum + Medorrhinum

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